Vamos parar com isso?

Finalmente! Dia 1 de junho entra em vigor uma decisão da FIFA que proíbe os jogadores de futebol de ameaçar um chute antes de lançá-la ao gol em um pênalti.

Até agora não sei como se permitiu isso aqui no Brasil. Como o esporte de maior popularidade, perde sua esportividade? Entendemos por competição uma sessão onde dois ou mais lados, sob um conjunto de regras que são aplicadas da mesma maneira para todos, tentam provar sua eficiência sobre o(s) outro(s). O chute falso desequilibra completamente a intenção do tiro direto, ou pênalti.

O jogador tem a opção de chutar em qualquer ponto do gol, mas também tem a chance de errar, para fora. O goleiro tem a opção de pular para qualquer direção, ou manter-se no meio, e a chance de, no salto, agarrar a bola. Por mais tensa que seja a situação decisiva, o goleiro precisa manter atenção maior que a do jogador.

O jogador pode resolver dar um chute aleatório, sem explicação para a direção que pretendeu, mas o goleiro não pode se dar ao luxo de pular para o lado que bem entender. Ele precisa prestar atenção ao olhar, ao caminhar e ao chutar do jogador. E mesmo se pula na direção certa, ainda precisa ter a precisão de colocar suas mãos no ponto exato da bola, ou esta pode passar rente a seu corpo, e de nada vai adiantar ter pulado para o lado certo.

O chute falso quebra toda essa concentração. Já é extremamente difícil adivinhar o chute, lendo os movimentos do jogador, imagine se isso mudar repentinamente. O jogador tem a vantagem infinitamente maior de comandar a bola. Um tiro direto já é uma ocorrência a favor do jogador. Não seria necessário o artifício do chute falso para equilibrar a disputa.

De maneira justa, as trapaças também exigem concentração do jogador, pois o cérebro processa novos comandos. Ainda assim, a probabilidade de o jogador manter o foco e continuar com sua vantagem sobre o goleiro é maior.

Daqui, esperávamos que houvesse uma reunião entre os goleiros, ou entre os clubes brasileiros, a CBF, e que houvesse uma discussão sobre o assunto dentro do território nacional, dentro do Brasil, do país do futebol… Quanto conformismo! Os que mais sofriam com a trapaça, nem reclamaram. (Qualquer semelhança com a realidade social é mera coincidência)


Até agora não acreditamos na negligência nacional que fez a discussão chegar até a FIFA, lembrando ainda que só foi levantado o tópico por causa da proximidade da Copa do Mundo. Não fosse o evento mundial, muita gente ainda trapacearia por longos meses pela frente.

Ainda é permitida a “paradinha”, quando o jogador pausa sua corrida em direção à bola, antes da cobrança, mas chutar o vento, nunca mais.

Finalmente! Dia 1 de junho entra em vigor uma decisão da FIFA que proíbe os jogadores de futebol de ameaçar um chute antes de lançá-la ao gol em um pênalti.

Até agora não sei como permitimos se permitiu isso aqui no Brasil. Como o esporte de maior popularidade, perde sua esportividade? Entendemos por competição uma sessão onde dois ou mais lados, sob um conjunto de regras que são aplicadas da mesma maneira

para todos, tentam provar sua eficiência sobre o(s) outro(s). O chute falso

desequilibra completamente a intenção do tiro direto, ou pênalti.

O jogador tem a opção de chutar em qualquer ponto do gol, mas também tem a chance de

errar, para fora. O goleiro tem a chance de pular para qualquer direção, ou manter-se

no meio, e a chance de, no salto, agarrar a bola. Por mais tensa que seja a situação

decisiva, o goleiro precisa manter atenção maior que a do jogador.

O jogador pode resolver dar um chute aleatório, sem explicação para a direção que

pretendeu, mas o goleiro não pode se dar ao luxo de pular para o lado que bem

entender. Ele precisa prestar atenção ao olhar, ao caminhar e ao chutar do jogador. E

mesmo se pula na direção certa, ainda precisa ter a precisão de colocar suas mãos no

ponto exato da bola, ou esta pode passar rente a seu corpo, e de nada vai adiantar

ter pulado para o lado certo.

O chute falso quebra toda essa concentração. Já é extremamente difícil adivinhar o

chute, lendo os movimentos do jogador, imagine se isso mudar repentinamente. O

jogador tem a vantagem infinitamente maior de comandar a bola. Um tiro direto já é

uma ocorrência a favor do jogador. Não seria necessário o artifício do chute falso

para equilibrar a disputa.

De maneira justa, as “paradinhas” exigem concentração do jogador, pois o cérebro

precisa processar novos comandos. Ainda assim, a probabilidade de o jogador manter o

foco e continuar com sua vantagem sobre o goleiro é maior.

Daqui, esperávamos qu ehouvesse uma reunião entre os goleiros, ou entre os clubes

brasileiros, a CBF, e que houvesse uma discussão sobre o assunto dentro do território

nacional, dentro do Brasil, do país do futebol… Quanto conformismo! Os que mais

sofriam com a trapaça, nem reclamaram. (Qualquer semelhança com a realidade social é

mera coincidência)

Até agora não acreditamos na negligência nacional que fez a discussão chegar até a

FIFA, lembrando ainda que só foi levantado o tópico por causa da proximidade da Copa

do Mundo. Não fosse o evento mundial, muita gente ainda trapacearia por longos meses

pela frente.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: